O Contador de Estórias
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    Eduardo Valente

    Era uma vez. Gosto prá valer destas três palavrinhas! Toda vez que se escuta isto, significa que em seguida, lá vem história!

    Era uma vez... e surgem castelos, reis e princesas, dragões e cavaleiros, onças e jabutis. Era uma vez e todos os seres fantásticos se põem a postos, prontos para entrar em cena e participar da história.

    Taí três palavrinhas que trazem uma certeza: que ao escutá-las, existe o convite para um novo mundo, onde a imaginação é o combustível e a gente vira criança de novo só prá escutar uma boa história.

    Era uma vez é como uma senha, que a gente escuta e compreende que é preciso baixar as defesas e permitir que o saci e a carochinha, o gato de botas e a bela adormecida se sentem na nossa sala de jantar e tomem um chá, servido logicamente pelo chapeleiro louco.

    Das palavras que eu conheço, somente outras três são capazes de sobrepujar tanta maravilha que Era Uma Vez traz prá vida da gente: Deus É Amor.

    Quando a gente escuta Era Uma Vez, a gente sabe que lá vem história, mas quando a gente escuta Deus É Amor, a gente tem certeza que não é história que vem não, mas o seu Filho querido, Jesus, prá salvar a gente de algo muito pior do que não escutar histórias.

    Deus É Amor significa que por ser amor, a gente espera o convite para um mundo melhor que o Faz-de-Conta, onde a gente vira criança de novo, mas a história é tão boa que não tem fim. Nunca mais.

    Então fica assim: Era uma vez um Deus, que era tanto, mas tanto Amor, que deu seu filho querido Jesus, prá que todo que aceitar o seu convite, tenha cadeira cativa prá ficar juntinho d'Ele, escutando a mais bela história que o mundo já ouviu.

    Era Uma Vez são três palavras prá guardar na mente, mas Deus É Amor... só no coração vão ficar bem abrigadas.

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